terça-feira, 31 de outubro de 2006

Vaisnava Acamana

Always perform acamana before entering the Deity room to worship the Lord.
Sit on a proper sitting place (asana). (If there is no asana, kneel with your right knee touching the floor and your left foot flat on the floor.)

With an acamana-patra filled with water clean both hands by sprinkling them with water; holding the acamana spoon in your left hand, pour a few drops into the right palm. While looking at the water chant the appropriate mantra and then silently sip the water from the base of the right thumb (the brahma-tirtha).

The procedure for basic acamana consists of the first three steps below. If time and circumstances permit, you may perform the complete acamana:

• Chant om kesavaya namah and sip water from the brahma-tirtha of your right hand.
• Chant om narayanaya namah and sip water from the brahma-tirtha of your right hand.
• Chant om madhavaya namah and sip water from the brahma-tirtha of your right hand.
• Chant om govindaya namah and sprinkle water on your right hand.
• Chant om visnave namah and sprinkle water on your left hand.
• Chant om madhusudanaya namah and touch your right cheek with the fingers of your right hand.
• Chant om trivikramaya namah and touch your left cheek with the fingers of your right hand.
• Chant om vamanaya namah and wipe above your upper lip with the base of your right thumb.
• Chant om sridharaya namah and wipe below your lower lip with the base of your right thumb.
• Chant om hrsikesaya namah and sprinkle water on both hands.
• Chant om padmanabhaya namah and sprinkle water on your feet.
• Chant om damodaraya namah and sprinkle water on the top of your head.

While chanting the following mantras, perform the hand motions:

• Chant om vasudevaya namah and touch your upper and lower lips with the tips of the fingers of your right hand.
• Chant om sankarsanaya namah and touch your right nostril with your right thumb and forefinger.
• Chant om pradyumnaya namah and touch your left nostril with your right thumb and forefinger.
• Chant om aniruddhaya namah and touch your right eye with your right thumb and ring finger.
• Chant om purusottamaya namah and touch your left eye with your right thumb and ring finger.
• Chant om adhoksajaya namah and touch your right ear with your right thumb and forefinger.
• Chant om nrsimhaya namah and touch your left ear with your right thumb and forefinger.
• Chant om acyutaya namah and touch your navel with your right thumb and little finger.
• Chant om janardanaya namah and touch your heart with the palm of your right hand.
• Chant om upendraya namah and touch your head with all the finger tips of your right hand.
• Chant om haraye namah and touch your right upper arm with the fingertips of your left hand.
• Chant om krsnaya namah and touch your left upper arm with the fingertips of your right hand.

Now chant the following mantra from the Rg Veda while showing the pranama-mudra (palms together in front of your heart):

(om) tad visnoh paramam padam

sada pasyanti surayah
diviva caksur atatam
tad vipraso vipanyavo
jagrvamsah samindhate
visnor yat paramam padam

Just as those with ordinary vision see the sun’s rays in the sky, so the wise and learned devotees always see the supreme abode of Lord Visnu. Because those highly praiseworthy and spiritually awake brahmanas can see that abode, they can also reveal it to others. [Rg Veda Samhita 1.22.20-21]

Sri Sri Gaura Nitai Iskcon Lisboa

Maha Mantra Hare Krsna-O Germen da flor de Rasa

No Sri Harinama Cintamani, Srila Haridasa Thakur diz a Sri Caitanya Mahaprabhu:

"O santo nome de Krsna é o germen da flor de Rasa. Rasa é a essência da transcendencia pura, e esta Rasa pela graça de Krsna é difundida neste mundo material na forma do Teu santo nome.

Com a primeira aparição do germen do santo nome é invocada a encantadora forma de Syamasundara de Krsna em Goloka Vrndavana. As sessenta qualidades transcendentais do Senhor Krsna emanam como uma fragância irresistível dos botões da flor,agora parcialmente florescida.

Quando a flor floresce plenamente,manifesta os passatempos confidenciais do Senhor Krsna conhecidos como asta-kaliya-lila, os passatempos óctuplos eternos com três horas cada um, e ainda que esta manifestação seja transcendental, não obstante aparece diante do devoto neste mundo material."

Vosso servo
Prahladesh Dasa

Sudarsana Chakra Sila

Salagram Sila ki jaya!!!


Kartalas e Mrdanga do Senhor Caitanya

Sri Gaurasundara Sila

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Haribol!!!

Haribol!!!

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Parampara

Queridos Vaisnavas
Aceitem minhas reverências

Todas as glórias a Srila Prabhupada 

"Estes grandes santos Vaisnavas são todos Paramahamsas, ou devotos da mais alta classe,e são todos parte da família espiritual do próprio Senhor Gauranga (gaurangera nija-bamsa). Seus pés de Lótus são meu refúgio."

Krsna Hoite Catur-mukha(Sri Guru Parampara) por Srila Bhaktisiddanta Saraswati Goswami Prabhupada

Vosso servo
Prahladesh das

Parampara

Parampara
 
1-Sri Krsna

Senhor Brahma

Narada Muni

Srila Vyasadeva

Madhava Muni

Padmanabha

Nrhari

Madhva

Aksobhya

Jayatirtha

Jnanasindhu

Dayanidhi

Vidyanidhi

Rajendra

Jayadharma

Purusottama

Brahmanyatirtha

Vyasatirtha

Laksmipati

Madhavendra Puri

Isvara Puri

Senhor Sri Krsna Caitanya Mahaprabhu

Srila Rupa Goswami

Srila Raghunatha Das Goswami

Srila Krsna Das Kaviraj Goswami

Srila Narottama Das Thakur

Srila Visvanatha Cakravarti Thakur

Srila Jagannatha Das Babaji

Srila Bhaktivinoda Thakur

Srila Gaurakishora Das Babaji

Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati Thakur

Srila Prabhupada

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Os Nomes de Gayatri !!!

Om Shrim Hrim Klim Gayatri Adi Murti Nivasini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Indranila Samakara Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Kalarupini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Tankara Karini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Dharma Sastra Prakasini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Narayana Priya Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Nrsimhini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Bija Rupini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Bindu Darpana Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Mudra Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Mukunda Pada Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Yajna Rupini Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Vitihotra Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Visnu Patni Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Saranagati Namah
Om Shrim Hrim Klim Gayatri Sadhu Bandhu Parakrama Namah

Vosso servo
Prahladesh Dasa

Panca Tattva !!!

Literatura

A cultura religiosa indiana é, sem dúvida, a mais fecunda em textos sagrados, e é composta de centenas de textos. É dito que há cinco mil anos o conhecimento que era transmitido por via oral começou a tomar forma escrita. Os textos são escritos em sânscrito, considerada a língua original da humanidade. A escritura original chama-se Veda, que significa conhecimento. Ao ser posto em linguagem escrita, o Veda foi desmembrado em quatro: Rig, Yajur, Sama e Atharva. São escrituras ritualísticas por excelência. Outra classe de escrituras são os Upanishads, de número impreciso , mas considera-se que existem 108 principais. São escrituras essencialmente filosóficas.

Existem, também, os Sutras, que são as referências dos principais sistemas filosóficos. Entre eles, está o Vedanta-sutras, composto pelo sábio Vyasadeva, que é o compilador da maioria desses textos sagrados. Os livros de lei, como Manu-Samhita, formam outra categoria especial. Há os épicos, Itihasas, cujos exemplos mais significativos são o famoso Ramayana, que descreve a história do avatara Rama, e o não menos famoso Mahabharata, que descreve a história da dinastia a qual pertencia o Senhor Krishna. Um dos capítulos do Mahabharata é os ensinamentos de Krishna conhecido como Bhagavad-gita. O famoso Bhagavad-gita é considerado como o mais conciso e sistemático livro de religião, ética, filosofia e metafísica jamais escrito.

Outra importante classe literária são os Puranas, contando dezoito ao todo. Os Puranas narram histórias dos avataras e de grandes santos aliadas a ensinamentos filosóficos profundos. O mais famoso e importante Purana chama-se Srimad-Bhagavatam, escrito pelo compilador dos Vedas, Vyasadeva. A maior parte das histórias sobre a passagem do Senhor Krishna por esse mundo estão descritas nesse livro. Essa obra está publicada em português em dezoito volumes.

Além dessas categorias de literatura sagrada existem algumas outras que não cabe aqui serem descritas por questão de concisão.
No caso da Consciência de Krishna, apesar de todas serem fontes de referência, as escrituras básicas que definem a doutrina são as seguintes: Bhagavad-gita, Srimad-Bhagavatam, Sri Isha Upanishad, a biografia de Caitanya Mahaprabhu chamada Sri Caitanya-charitamrta, e outras obras de autores da linha.

Movimento Hare Krsna

O sub-continente indiano é o cenário para um leque de tradições religiosas, a maioria tendo suas origens em épocas muito remotas. O Vaishnavismo, em particular, não tem um registro de início. Os textos sagrados, muitos deles compilados em datas que remontam à era védica de cinco mil anos atrás, já oferecem o delineamento da doutrina, que antes era praticada e transmitida em via oral. 

Já na era cristã, o Vaishnavismo institucionalizou-se e associou-se ao sistema Vedanta de filosofia. Surgiram grandes filósofos teístas, como Ramanuja, Madhva, Nimbarka e Vishnuswami e foi, assim, formatado em quatro linhas principais, chamadas sampradayas. O sistema de filosofia Vedanta tem duas linhas: uma estritamente filosófica e outra teísta. O Vaishnavismo, obviamente, é a linha teísta. O “movimento Hare Krishna” é filiado à linha Vaishnava chamada Brahma-Madhva-sampradaya.

O “movimento Hare Krishna” teve seu início há quinhentos anos, exatamente na virada do século, na época dos descobrimentos. O responsável por sua difusão foi o santo Sri Caitanya (lê-se Cheitânya) Mahaprabhu. Sua vida foi ampamente registrada em biografias, algumas delas contemporâneas a ele. Caitanya, que foi um acadêmico e intelectual sem rival em sua juventude, teve uma reviravolta radical em sua vida, passando a manifestar uma natureza mística sem precedentes, certamente, na história da humanidade. Mais da metade dos quarenta e oito anos de sua existência foram passados, na maior parte do tempo, num êxtase místico de amor a Deus.

A mensagem de Caitanya resume-se basicamente na realização de que o método mais eficaz para restabelecermos nossa conexão com Deus é através do canto e meditação de Seus santos nomes. Os santos nomes do Senhor, diz Caitanya, possuem energias espirituais que vão atuar na consciência, tornando-a cada vez mais espiritualizada. Com a prática, obtém-se purificação, auto-conhecimento, desapego, renúncia, santidade, paz interior e amor puro por Deus.

Embora todos os nomes referentes a Deus têm esse poder, Caitanya recomendava o canto e a meditação no maha-mantra Hare Krishna (explicaremos mais a frente). Seu movimento teve um grande impacto social pois desestruturava um rígido sistema de castas que prevalecia no país naquela época. Ele atingiu tanto as camadas populares quanto a classe intelectual, e até, membros da realeza. Começou na região da Bengala (leste da Índia, cuja capital é Calcutá) e, a seguir, espalhou-se pelo estado vizinho, Orissa. Na seqüência, permeou o país. Caitanya, inclusive, profetizou que esse canto espalhar-se-ia pelo planeta, o que , mais ou menos, podemos, hoje em dia, presenciar.

Em 1965, um sannyasi (renunciado) da linha de Caitanya, A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, trouxe esse conhecimento para o Ocidente. Aos setenta anos de idade, sem recursos e qualquer apoio institucional, Swami Prabhupada desembarcou em Boston, nos Estados Unidos. Logo a seguir, radicou-se em Nova York e, por arranjo do destino, seu público foi, quase que exclusivamente, o mundo hippie, que naquela época, estava em seu auge. Sua mensagem era estritamente ortodoxa e apresentava valores praticamente diametrais aos cultivados pelos hippies.

Mas, mesmo assim, surpreendentemente, sua mensagem teve um tremendo eco, certamente devido à genuína postura espiritual de Prabhupada. Em 1966, ele fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON). De Nova York estabeleceu-se uma ramificação no oeste, em São Francisco; depois Montreal e Londres. De lá, à medida em que seus discípulos espalhavam centros nos diversos continentes, Prabhupada voltou à sua terra natal e estabeleceu alguns importantes centros de adoração a Deus.

Vaisnavismo

A Tradição Vaishnava é caracterizada pelo uso de imagens, também chamadas murtis ou deidades, para a adoração, seja no templo ou privadamente. Essas formas de diferentes aspectos da Divindade, como Krishna, Rama, Vishnu, Nrsimha, etc., são detalhadamente descritos nas Escrituras. Adorar a Deus através de imagens é, muitas vezes tido como idolatria. Contudo a diferença entre a idolatria e a adoração das deidades é que, no primeiro caso, concebe-se uma forma e ritual para se adorar a um Deus imaginário, enquanto que no segundo caso, segue-se estritamente o procedimento estabelecido nas Escrituras para esse fim, procedimentos esses incrivelmente elaborados, exigindo muitos cuidados e um especial estado de consciência para lidar com os objetos de adoração.

A idéia subjacente dessa forma de adoração é que Deus está presente naquela forma particular. Ele é Onipresente. Estando presente em todo lugar, Ele, certamente, está presente na deidade, principalmente, sendo considerado o fato de que essa imagem está sendo cuidada e venerada com consciência espiritual. Deus é invisível a nossos olhos, mas, por Sua misericórdia, torna-se acessível para aceitar nossa adoração dentro deste mundo. Devido ao ritual regulado e constante e a atitude devocional, tanto dos sacerdotes quanto dos devotos em geral, a deidade torna-se um foco de energia espiritual poderosíssima, bálsamo capaz de aliviar nossos sofrimentos.

Num templo Hare Krishna, a primeira cerimônia começa bem cedo, às quatro e trinta da madrugada. A idéia é que, ao acordar, toma-se logo um banho e, imediatamente, como sendo a primeira coisa de cada dia do devoto, ele recepciona o Senhor no templo. Essa cerimônia, que irá também acontecer em certas horas ao longo do dia, chama-se arati. Oferece-se, no altar, preparações comestíveis especificamente elaboradas para as diferentes horas do dia, e, também, outros artigos como incenso, flores com perfume, lamparina e outros. Cada arati tem seu canto específico e devem acontecer em horários estritamente estabelecidos.

O ritual é uma maneira formal e externa de oferecer nossa devoção a Deus. Ele não é um fim em si, mas um instrumento a nosso dispor para elevarmos nossa consciência material, normalmente aferrada nas atividades mundanas do dia-a-dia, à consciência de Deus. A idéia da oferenda é que o devoto aproxima-se de Deus não somente para pedir e pedir, mas para oferecer seu amor. Deus não precisa de nada, mas temos que demonstrar nosso amor a Ele, aproximando-se dEle com uma atitude adequada. Quando o amor a Deus já é parte da natureza do devoto, o ritual é, inclusive, dispensável. Sua vida, na totalidade, já é um oferecimento de amor a Deus.

Existe, também, o ritual de iniciação que é a formalização da conexão do devoto com a linha de conhecimento, que descende de mestre em mestre até tempos imemoriais. O devoto faz votos (explicaremos adiante) e torna-se um representante da Tradição. Nessa ocasião é feita uma cerimônia chamada agni-hotra, sacrifício de fogo, que visa a purificação e espiritualização.

Srila Prabhupada!!!


A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada

Sua Divina Graça A.C Bhaktivedanta Swami Prabhupada nasceu no ano de 1896, em Calcutá, Índia. 

Ele encontrou-se pela primeira vez com seu mestre espiritual, Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati Goswami Maharaj, em Calcutá, no ano de 1922. Bhaktisiddhanta Sarasvati, um preeminente erudito devocional e o fundador de sessenta e quatro Gaudiya Mathas (institutos védicos), gostou desse jovem educado e convenceu-o a dedicar sua vida a ensinar o conhecimento védico. 

Srila Prabhupada tornou-se seu discípulo e onze anos mais tarde (1933) em Allahad tornou-se seu discípulo em caráter formal.

No primeiro encontro que tiveram em 1922, Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati Thakura pediu que Srila Prabhupada difundisse o conhecimento védico em língua inglesa. Nos anos que se seguiram, Srila Prabhupada escreveu um comentário sobre o Bhagavad-gita, ajudou a Gaudiya Matha em seu trabalho e em 1944, sem a ajuda de ninguém, deu início a uma revista quinzenal em inglês, redigindo-a, datilografando os manuscritos e revisando as provas. 

Ele próprio distribuía individualmente os exemplares gratuitamente e lutava para manter a publicação. Desde então, a revista chamada "Volta ao Supremo", continua sendo publicada ininterruptamente; agora no Ocidente seus discípulos continuam a publica-lá em mais de trinta línguas.

Reconhecendo a erudição filosófica e a devoção de Srila Prabhupada, a Sociedade Gaudiya Vaisnava honrou-o em 1947 com o título "Bhaktivedanta". 

Em 1950, aos 54 anos de idade, Srila Prabhupada retirou-se da vida de casado, adotando a ordem de vida retirada (Vanaprastha), a fim de dedicar mais tempo a seus estudos e escritos. Srila Prabhupada viajou para a cidade santa de Vrindavana, onde viveu de maneira humilde no templo medieval e histórico de Radha-Damodara. 

Dedicou-se ali durante vários anos a estudar profundamente e a escrever. Aceitou a ordem de vida renunciada (Sannyasa) em 1959.

Em Radha Damodara, Srila Prabhupada começou a trabalhar na obra prima de sua vida: uma tradução em muitos volumes, com comentários, dos dezoito mil versos do Srimad-Bhagavatam (Bhagavata-Purana). Escreveu também " Fácil Viagem a Outros Planetas".

Após publicar três volumes do Bhagavatam, Srila Prabhupada foi para os Estados Unidos em 1965, a fim de cumprir a missão de seu mestre espiritual. Desde essa época, Sua Divina Graça escreveu mais de sessenta volumes de traduções, comentários e estudos sumários autorizados sobre os clássicos filosófico- religiosos da Índia.

Quando em 1965 chegou pela primeira vez à cidade de Nova Iorque num navio de carga, Srila Prabhupada não tinha praticamente um centavo. Foi só depois de quase um ano de muita dificuldade que ele fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna em julho de 1966. 

Antes de seu desaparecimento no dia 14 de novembro de 1977, ele orientou a Sociedade e viu-a desenvolver-se numa confederação mundial com mais de cem Asramas, escolas, templos, institutos e comunidades rurais.

Em 1968, Srila Prabhupada criou Nova Vrndavana, uma comunidade védica experimental nas colinas da Virgínia Ocidental.

Inspirados pelo êxito de Nova Vrndavana, que se tornou próspera comunidade rural com mais de 168 alqueires, seus discípulos desde então têm fundado diversas comunidades semelhantes em todo mundo.

Em 1972, Sua Divina Graça introduziu o sistema védico de educação primária e secundária no Ocidente, ao fundar a primeira escola Gurukula nos Estados Unidos. Desde então, sob sua supervisão seus discípulos têm estabelecido escolas Gurukula no mundo inteiro, com o principal centro educacional estabelecido em Vrndavana, Índia.

Srila Prabhupada também inspirou a construção de vários centros culturais internacionais na Índia. O Centro em Sridhama Mayapura na Begala Ocidental é a área para uma cidade espiritual planejada, um projeto ambicioso cuja construção vai se estabelecer pela próxima década. 

Em Vrndavana, Índia, encontra-se o magnífico templo de Krshna e Balarama, a Casa Internacional de Hóspedes e o Monumento a Srila Prabhupada. Há também um grande centro educacional em Bombaim. Há planos para se estabelecer outros centros em uma dúzia de outros locais importantes do subcontinente indiano.

No entanto, a contribuição mais significativa de Srila Prabhupada são seus livros. Altamente respeitados pela comunidade acadêmica, dada a sua autoridade, profundidade e clareza, esses livos são adotados como livros didáticos normativos em numerosos cursos universitários. 

Os escritos de Srila Prabhupada têm sido traduzidos para trinta e cinco línguas. Estabelecida em 1972 exclusivamente para publicar as obras de Sua Divina Graça, a "Bhaktivedanta Book Trust" tornou-se assim a maior editora mundial de livros no campo da religião e da filosofia indianas.

Em apenas doze anos, apesar de sua idade avançada, Srila Prabhupada viajou pelo mundo quatorze vezes, dando conferências sobre a consciência de Krishna e ajudando seus discípulos na administração da Sociedade e no fomento de novos projetos. 

Apesar de suas constantes viagens, Srila Prabhupada sempre escreveu prolificamente, e suas obras constituem verdadeira biblioteca de filosofia, religião e cultura védicas. " Srila Prabhupada não foi apenas outro erudito, guru, místico, professor de yoga ou instrutor de meditação oriental. Ele foi a corporificação de toda uma cultura, a qual implantou no Ocidente."

Kama Bija (KLIM)

"Os bija mantras são fragmentos sonoros primordiais que tem o poder de invocar uma energia particular tanto interna quanto externamente nas pessoas que proferem-nos.

Klim invoca Ananda, ou bem-aventurança; satisfaz todos os desejos e assim é chamado Kama Bija.

O Kama Bija (KLIM) é o bija mantra principal para alcançar o serviço a Radha Krsna em Vrndavana. O Kama Bija mantra age como a semente transcendental do Amor a Deus.

Sri Krsna, o Cupido Transcendental, é adorado por aqueles que proferem o Kama Bija Mantra (KLIM)."
(Gayatri Mahima Madhuri-Mahanidhi Maharaja)

Vosso servo
Prahladesh Dasa

Nrsimha Yajna !!!

Mantras usados no sacrifìcio

1. Om narasimhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
2. Om mahasimhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
3. Om diyva-simhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
4. Om mahabalaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
5. Om ugra-simhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
6. Om mahadevaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
7. Om stambha-ja-aya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
8. Om ugra-locanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
9. Om raudraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
10. Om sarvadbhutaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
11. Om srimanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
12. Om yoganandaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
13. Om trivikramaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
14. Om harine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
15. Om kolahalaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
16. Om cakrine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
17. Om vijayaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
18. Om jaya-vardhanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
19. Om panchananaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
20. Om param-brahma-aya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
21. Om aghoraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
22. Om ghora-vikramaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
23. Om jvalan-mukhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
24. Om jvala-maline swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
25. Om mahajvalaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
26. Om maha-prabhuhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
27. Om niti-laksaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
28. Om sahasraksaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
29. Om durniriksyaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
30. Om pratapanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
31. Om mahadamstraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
32. Om yudha-prajnaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
33. Om canda-kopine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
34. Om sada-sivaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
35. Om hiranyakasipu-dhvamsine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
36. Om daitya-danava-bhanjanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
37. Om guna-bhadraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
38. Om mahabhadraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
39. Om bala-bhadraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
40. Om subhadrakaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
41. Om karalaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
42. Om vikaralaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
43. Om vikartaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
44. Om sarva-kartrikaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
45. Om sisumaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
46. Om trilokatmaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
47. Om isaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
48. Om sarvesvaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
49. Om vibhuaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
50. Om bhaivaradambaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
51. Om divyaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
52. Om acyutaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
53. Om kavine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
54. Om madhavaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
55. Om adhoksajaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
56. Om aksaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
57. Om sarvaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
58. Om vanamaline swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
59. Om varapradaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
60. Om visvambaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
61. Om adbhutaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
62. Om bhavyaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
63. Om sri-visnave swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
64. Om purusottamaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
65. Om anaghastra swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
66. Om nakhastraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
67. Om surya-jyotine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
68. Om suresvaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
69. Om sahasra-bahu-aya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
70. Om sarva-jnaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
71. Om sarva-siddhi-pradayakaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
72. Om vajra-damstraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
73. Om vajra-nakhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
74. Om mahanandaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
75. Om param-tapaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
76. Om sarva-mantraika-rupa swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
77. Om sarva-yantra-vidaramaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
78. Om sarva-tantratmakaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
79. Om avyaktaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
80. Om suvyaktaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
81. Om bhakta-vatsala swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
82. Om vaisakha-sukla-bhototthaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
83. Om saranagata-vatsalaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
84. Om udara-kirtine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
85. Om punyatmaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
86. Om mahatmaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
87. Om candra-vikramaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
88. Om vedatrayaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
89. Om prapujyaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
90. Om bhagavanaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
91. Om paramesvaraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
92. Om srivatsamkaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
93. Om jagat-vyapine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
94. Om jagan-mayaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
95. Om jagat-palaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
96. Om jagannathaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
97. Om mahakhagaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
98. Om dvi-rupa-bhrtaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
99. Om paramatmaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
100. Om param-jyotine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
101. Om nirgunaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
102. Om nrkesarine swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
103. Om para-tattvaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
104. Om param-dhamaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
105. Om sac-cid-ananda-vigrahaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
106. Om laksmi-nrsimhaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
107. Om sarvatmaya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama
108. Om dhiraya swaha-aa idam narasimhaya idan na mama

Vosso servo
Prahladesh Dasa

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Srila Rupa Gosvami

Smaranam

Queridos Vaisnavas, por favor, aceitem minhas reverências.

Todas as glórias a Srila Prabhupada!

No Caitanya Bhagavata, Sri Haridasa Thakura afirma que pelo cantar do nome de um devoto realizado obtem-se maior pureza do que pelo cantar dos nomes de Sri Krsna.

"Lembrar-se (Smaranam) dos feitos de um determinado Acarya Vaisnava inspira-nos a rendermo-nos mais, incrementando a qualidade e quantidade do nosso serviço, e solidifica a nossa determinação de alcançar os Pés de Lótus de Radha-Gokulananda." (Mahanidhi Maharaja)

SRI GANGAMATA GOSVAMINI

Desde a sua infância a princesa Sachi devi, filha do rei Naresh Narayana da Bengala,mostrava imaculada devoção a Sri Krsna. Recusou-se a casar devido ao seu genuíno apego a Krsna.

Após a partida do seu pai,ela governou o reino. Mas rapidamente renunciou ao reinado para encontrar.um mestre espiritual fidedigno.

A princesa Sachi devi encontrou-se com Sri Haridasa Pandit em Vrndavana, e começou a executar bhajana devotado a Govindaji. Embora estivesse frágil por comer pouco,ela dormia sempre nas margens do Yamuna, e acordava antes do amanhecer para limpar o Templo de Govindaji. Diariamente ouvia Bhagavata-katha, via o arotika de Govindaji,e circuambulava os Lila Sthanas (locais de passatempos) tais como Vamisivata, Seva Kunja, Nidhuvana, Rasa Sthali.

Recebendo encorajamento de Sri Haridasa Pandit, Sachi devi abandonou completamente o seu falso ego, vestiu-se com trapos, e foi de casa-em-casa por Vraja para receber donativos.

Os Vrajavasis estavam impressionados com a sua severa renúncia. Associou-se com Sri Laksmipriya devi dasi,discípula de Sri Haridasa,no Radha Kunda.

Seguindo o exemplo de Thakura Haridasa, Sri Laksmipriya devi cantava diariamente 300.000 nomes (192 voltas de japa) de Krsna.

Diariamente as duas senhoras circuambulavam a Colina de Govardhana.

Pela ordem do seu Guru, Sachi devi restaurou a casa de Sarvabhauma Bhattacarya em Jagannatha Puri, e estabeleceu a adoração em alto nível a Shyama Raya,uma deidade que lhe foi dada por um brahmana de Jaipur.

Todos os dias, dava aulas do Srimad Bhagavatam.As suas aulas tornaram-se populares e atrairam ávidos ouvintes de muito longe.

Muitas pessoas,incluindo brahmanas e o rei Mukunda Deva foram iniciados por Sachi devi.

No dia do Ganaga Sagara Mela, Sachi devi, que residia em Jagannatha Puri desejou banhar-se no Ganges. Naquela noite o Ganges emanou dos pés do Senhor Jagannatha e veio para o Asharam de Sachi devi. Entrando nas águas de Ganga devi, Sachi devi flutuou até os Pés do Senhor Jagannatha dentro do Templo.

Na manhã seguinte,após abrir as portas, os pujaris pensando que era uma ladra, puseram-na na prisão.

Vendo este engano,o Senhor Jagannatha apareceu simultaneamente em sonho para o rei de Puri e o pujari,ordenando que libertassem Sachi devi e que fossem iniciados por ela.

A partir deste dia ficou conhecida como Gangamata Gosvamini."

Vosso servo
Prahladesh Das

O cesto e a agua

O CESTO E A ÁGUA
  
Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
- Mestre, por que devemos ler e decorar as Escrituras Sagradas se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
 
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte e depois ordenou ao discípulo:

- Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.

O discípulo olhou para o cesto, que estava bem sujo, e achou muito estranha a ordem do mestre.
Mas, mesmo assim, obedeceu.

Pegou o cesto sujo, desceu os 100 degraus da escadaria até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta.

Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e, quando chegou até o mestre, já não restava nada.

O mestre, então, perguntou:
- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo olhou para o cesto vazio e disse:
- Aprendi que cesto de junco não segura água.

O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo.

Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou:

- Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?

O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
- Cesto furado não segura água.

O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa.

Depois da décima vez, o discípulo estava exausto de tanto descer e subir as escadarias.

Porém, quando o mestre perguntou de novo:
- Então, meu filho, o que você aprendeu?

O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
- O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante acabou por lavá-lo e ele ficou limpinho.

O mestre, por fim, concluiu:
- Não importa que você não consiga decorar todas as passagens das Escrituras Sagradas. O que importa, na verdade, é que através deste processo a sua mente e o seu coração se mantêm vivos e purificados.

Gauranga!!!

GAURANGA!!!

Maha Mantra Hare Krsna

Hare Krsna Hare Krsna Krsna Krsna Hare Hare
Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Srila Prabhupada Ki Jaya!!!

Dasa dasa anudasa (um servo do servo de Sri Krsna)

"Os Gosvamis sempre estão orando pelo refúgio dos pés de Lótus de Srimati Radharani.

Srila Rupa Gosvami escreve: 

"Oh Krsna!, Oh Govinda!, Oh Syamasundara! eu somente peço que me convertas numa serva da serva de Srimati Radharani, este é meu último pedido."

É por isso que desejamos ser somente uma serva da serva da serva de Vrsabhanunandini, Srimati Radharani.

E ser um servo do servo do servo do Senhor Caitanya Mahaprabhu."

(Apreciando Sri Vrndavana Dhama - Mahanidhi Maharaja)

Chakras

Sri Nrsimhadeva Ki Jaya!!!

Nrsimha Bija!!!

Pancamrta Snana!!!

Pancamrta Snana!!!

Pancamrta Snana!!!

Pancamrta Snana!!!